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A releitura de um clássico pra minha geração não chegou aos pés do original, o que não torna esse filme ruim, de modo algum, porém faz com que ele seja só mais um remake estadunidense que não precisava ter sido feito. O filme tem seus méritos, obviamente, foi produzido e dirigido por excelentes profissionais, e a direção de de Sam Raimi é um ponto a mais pra um filme que foca em enredo, e personagens que precisem vender ele.

A história é simples, espíritos raivosos que não conseguem se despender de quem os visita, não importa onde você vá e não importa quando você está, e é esse ponto maior do mérito do filme.
O filme segue as histórias das famílias amaldiçoadas da casa 44 da Rayburn Drive, em 3 anos diferentes, e filme vai se desenvolvendo conforme a detetive Mouldoon vai descobrindo detalhes sobre os casos que ocorreram na casa. E o filme corre nesse fluxo temporal pra contar a história da casa, dos espíritos e de suas vítimas.

O filme trabalha bem o suspense, os espectador nunca sabe até que ponto os espíritos irão agir e o que irão fazer, inclusive o filme termina de forma bem intrigante e difícil de prever.
Enfim, vale a pena olhar, porém vá sem sono, a passada do filme é um pouco mais lenta e vá com expectativas baixar pra um filme de terror, por que essa versão de O Grito, não foca em seu terror e sim no suspense e no enredo.

Tagarelem conosco: Vocês gostam de remakes? Qual remake deu certo pra vocês? Querem assistir ao novo O Grito?

Até a próxima tagarelice e lembrem-se que as histórias sempre podem voltar novamente!

Diovana Vargas

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